UM JARDIM MUITO ESPECIAL
Todos nós gostamos de ver canteiros floridos, bem cuidados. Ficamos tristes
quando vemos um jardim onde a erva daninha sufoca as poucas flores e folhagens.
Comparemos a alma humana com um terreno. Cada um faz pelo livre-arbítrio o que
quiser desse espaço.
Uns "acordados" pelo Evangelho, pela vontade de melhorar, vão com trabalho e fé
limpando o terreno dos vícios daninhos e plantando as flores das virtudes. Não
se pode descuidar, pois as ervas daninhas voltam. O trabalho é diário,
permanente, e as virtudes devem ser alimentadas e replantadas pela caridade.
Devemos vigiar os pensamentos, orar com sinceridade e regar essas flores com
leituras edificantes da literatura espírita e com o estudo do Evangelho.
Os médiuns, comparo-os com um jardineiro: o descuidado deixa as ervas daninhas
da vaidade e da preguiça crescerem, até que sufoquem as flores, e, assim, ouvirá
do Pai: Que faz, filho ocioso, pela sua jardinagem?
Assim como o jardim, a mediunidade necessita de cuidados, trabalho, estudos para
que possa florir, perfumar, servir de exemplo.
Tanto o jardim que embeleza, quanto a mediunidade que é útil são maravilhas que
encantam e que refletem a evolução de seu dono pelo trabalho e empenho
dedicados.
Pelo Espírito: ANTÔNIO CARLOS
Psicografia: VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO
Do livro: SEJAMOS FELIZES
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