
UM BOM FILME
Quem não gosta de um bom filme? São horas
de lazer bem aproveitadas essas dedicadas a um bom filme, seja no cinema,
seja em casa.
Este que comento abaixo muita
gente já viu, mesmo porque ele é fruto de livro do mesmo nome, de grande
sucesso.
O livro é de autoria do
escritor norte-americano
Mitch Albom, autor de
outros dois best-sellers e conquistou o público. Depois o filme, com mais de
duas horas de duração, retratando a história do livro. Um sucesso!
O filme faz
repensar a vida, as atitudes. Pequenos gestos, aparentemente insignificantes
adquirem importância extraordinária no encadeamento dos fatos e nos
desdobramentos futuros. Destacando as intensas ligações que todos temos uns
com os outros, é um brado à auto-estima e à valorização dos relacionamentos
sadios e mantidos sob a direção da honestidade, da bondade, da
solidariedade.
Uma lição de vida,
sem dúvida, onde pequenos gestos nos fazem descobrir a importância da
lealdade e do amor em nossas vidas.
A seqüência das
cenas, que muito prendem a atenção, a própria história em si, trazendo um
final surpreendente, é daqueles filmes que não se esquece.
É um filme para
pensar, não para chorar ou emocionar, mas para fazer pensar. Pensar e
refletir sobre comportamentos, gestos, atitudes...
Penso que depois
dos inúmeros parágrafos acima, já é hora de dizer, afinal, o nome do filme.
Pois é, o filme é As cinco pessoas que você encontra no céu.
É encantador como
a produção e direção não se preocuparam em explicar tanto. Sem muitos
questionamentos e sem muitas explicações, a trama vai se desenvolvendo de
forma que qualquer um pode entender sua seqüência e aí sim, nós é que vamos
nos questionando. Sobre nossos valores e atitudes perante a vida.
É marcante a forma
como são apresentadas as conexões de vida. Igualmente fantástica a maneira
como foi tratada a questão das criações mentais, das opções, da
transformação possível do corpo perispiritual e da jovialidade real que nos
acompanha no pós-vida quando daqui partimos sem maldade...
Claro que, sendo
uma produção cinematográfica, tem lá seus exageros e posicionamentos
próprios do diretor e da produção, mas o mérito do filme é muito grande.