A MEDIUNIDADE CURADORA PRATICADA COM RELIGIOSIDADE

Especificamente com relação à prática da mediunidade, que engloba a curadora, Allan Kardec, no Capítulo XXVI, item 10, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", ressaltou-nos a importância da religiosidade:

"A mediunidade é uma coisa sagrada, que deve ser praticada de forma santa, religiosamente. E se há um tipo de mediunidade que requer essa condição de uma maneira ainda mais absoluta, esse é o da mediunidade curadora. O médico dá o fruto de seus estudos, que muitas vezes fez à custa de sacrifícios penosos; o magnetizador dá seu próprio fluído, freqüentemente sua própria saúde; eles podem pôr seu preço. O médium curador transmite o fluído salutar dos bons Espíritos: não tem o direito de vendê-lo. Jesus e os apóstolos, embora pobres, não cobravam as curas que operavam".