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O pensamento e a vontade são para os
Espíritos aquilo que a mão é para o homem;
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Usando o poder dos pensamentos, os
Espíritos modificam as qualidades e as propriedades dos fluídos
espirituais;
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Os fluídos espirituais adquirem as
qualidades boas ou más dos pensamentos;
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Os maus pensamentos corrompem os
fluídos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável;
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Os fluídos que rodeiam ou que são
projetados pelos maus Espíritos são viciados;
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Os fluídos que recebem a influência dos
bons Espíritos são tão puros, quanto permitem o seu grau de perfeição
moral;
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O pensamento do Espírito encarnado age
sobre os fluídos espirituais, de modo semelhante ao do Espírito
desencarnado;
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Os fluídos espirituais são assimilados
pelo perispírito (corpo espiritual) do Espírito encarnado, como a esponja
se embebe de um líquido;
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Os fluídos agem sobre o perispírito, e
este, por sua vez, reage sobre o organismo material com o qual está em
contato molecular;
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Se os fluídos forem de boa natureza, o
corpo físico recebe, assim, uma impressão salutar;
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Se os fluídos forem maus, a impressão é
penosa;
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Se os maus fluídos forem permanentes e
enérgicos, podem determinar desordens físicas: certas moléstias não têm
outra causa senão esta;
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Os ambientes nos quais abundam os maus
Espíritos estão impregnados de maus fluídos;
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Num ambiente de atmosfera moral
salubre, os eflúvios fluídicos são salutares;
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Quando alguém consegue a cura de um
paciente com boas palavras, é porque o pensamento benfazejo traz consigo
fluídos reparadores que atuam tanto sobre o físico, quanto sobre o moral;
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À invasão dos maus fluídos, é preciso
opor os bons fluídos;
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Trabalhando pela própria melhoria
íntima, o homem reveste-se de bons fluídos e atrai a presença dos bons
fluídos.