A AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE OS FLUÍDOS

Mas, foi no Capítulo XIV de "A GÊNESE", que Allan Kardec ampliou-nos o entendimento a respeito da ação dos pensamentos e da vontade sobre os fluídos espirituais, a saber:

  • O pensamento e a vontade são para os Espíritos aquilo que a mão é para o homem;

  • Usando o poder dos pensamentos, os Espíritos modificam as qualidades e as propriedades dos fluídos espirituais;

  • Os fluídos espirituais adquirem as qualidades boas ou más dos pensamentos;

  • Os maus pensamentos corrompem os fluídos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável;

  • Os fluídos que rodeiam ou que são projetados pelos maus Espíritos são viciados;

  • Os fluídos que recebem a influência dos bons Espíritos são tão puros, quanto permitem o seu grau de perfeição moral;

  • O pensamento do Espírito encarnado age sobre os fluídos espirituais, de modo semelhante ao do Espírito desencarnado;

  • Os fluídos espirituais são assimilados pelo perispírito (corpo espiritual) do Espírito encarnado, como a esponja se embebe de um líquido;

  • Os fluídos agem sobre o perispírito, e este, por sua vez, reage sobre o organismo material com o qual está em contato molecular;

  • Se os fluídos forem de boa natureza, o corpo físico recebe, assim, uma impressão salutar;

  • Se os fluídos forem maus, a impressão é penosa;

  • Se os maus fluídos forem permanentes e enérgicos, podem determinar desordens físicas: certas moléstias não têm outra causa senão esta;

  • Os ambientes nos quais abundam os maus Espíritos estão impregnados de maus fluídos;

  • Num ambiente de atmosfera moral salubre, os eflúvios fluídicos são salutares;

  • Quando alguém consegue a cura de um paciente com boas palavras, é porque o pensamento benfazejo traz consigo fluídos reparadores que atuam tanto sobre o físico, quanto sobre o moral;

  • À invasão dos maus fluídos, é preciso opor os bons fluídos;

  • Trabalhando pela própria melhoria íntima, o homem reveste-se de bons fluídos e atrai a presença dos bons fluídos.