MEDIUNIDADE

A mediunidade sempre existiu,e, apesar de o termo ser novo, já era conhecida na antiguidade por outras denominações. A Bíblia narra fenômenos de incorporações, visões, transporte e intuições. Os médiuns foram chamados por vários nomes; em certas épocas, eram respeitados; em outras, perseguidos.

     Atualmente, época de mudança na Terra, a mediunidade é mais comum, conforme antecipou Jesus.

         O Espiritismo veio facilitar a tarefa dos médiuns, dando-lhes orientação e ensinando-os a utilizar a mediunidade para seu próprio bem e para ajudar outras pessoas.

         A mediunidade é como uma pedra preciosa bruta que necessita ser lapidada. Os médiuns necessitam transformar-se intimamente, trocar seus vícios por virtudes e buscar no estudo do Evangelho e nos outros livros de Allan Kardec os exemplos de como viver o dia-a-dia.

          A mediunidade pode desabrochar no sofrimento.

        Quase todos os médiuns têm uma história para contar, e a maioria se relaciona ao fato de terem vindo ao Espiritismo pela dor. Ao vermos uma pessoa sofrendo, em busca de ajuda num centro espírita, devemos orientá-la e orar para que se fortaleça na fé.

          Como todos os dons, temos a livre-arbítrio de fazer uso da mediunidade para o bem, para o mal, ou ignorá-la, enterrando-a como o talento da parábola que Jesus nos relatou.

           Felizes os que trabalham com a mediunidade sob a orientação do Espiritismo. Médiuns que trabalham no bem, agradeçam ao Pai pela graça e dêem de graça o que assim receberam.


Pelo Espírito: ANTÔNIO CARLOS
Psicografia: VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO
Do livro: SEJAMOS FELIZES

 


 

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