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Kardec explica a fascinação
Tais casos exemplificam o que Allan
Kardec denominou Fascinação - uma forma de desequilíbrio coletivo,
pois o falso "ideal" e a ação compulsiva de Espíritos trevosos, agindo
sobre encarnados em desequilíbrio costumam estender-se desde o chefe até
os seguidores da seita.
Quem não se recorda da infeliz Sharon Tate,
artista famosa, grávida na ocasião e apesar disso vítima de fanáticos, em
sua casa, em Miami?
Há alguns anos, um fanático oriental que
ameaçara vir dos EUA para o Brasil, teve sua manobra denunciada por um
programa de TV nacional. É que, entre outros desmandos, o também
"reverendo" tinha por recomendação a ordem de marchar para o mar
(suicídio coletivo) para todos os seus apaniguados americanos, milhares de
jovens, caso sucedesse algum mal a ele, o "poderoso chefão". como se
percebe, exercitava uma forma de chantagem perigosa, pretendendo sabe-se
lá o quê.
Além da sensibilidade mediúnica
desequilibrada por desconhecimento e falta de evangelização, pressupõe-se
ainda a existência de uma personalidade já deturpada, em grande parte dos
envolvimentos por fascinação, pelo menos nesses que resultam em tragédias.


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