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Após reunião, em respeitável
instituição religiosa, alguns colaboradores desfilavam “adjetivos”
sobre a pessoa de um dos dirigentes da entidade.
Inflexível – diziam alguns.
Prepotente, mesquinho e maldoso – acrescentavam outros.
No meio daquele arsenal de impropérios, surge uma voz pacificadora
para serenar os ânimos exaltados:
- Meus amigos, nosso irmão passa por problemas, dificuldades
inúmeras assolam sua alma, melhor que o acusarmos, é elevarmos nosso
pensamento em oração e pedirmos por esse amigo.
Despertos pela elucidação do colega, envergonhados pela atitude
depreciativa de momentos antes, todos olharam-se e colocaram-se em
sentida prece.
Uma palavra prudente e amorosa têm o poder de apaziguar iniciativas
destrutivas.
A critica ferina, é antes de mais nada improdutiva, não resolve os
problemas, e cria uma atmosfera de antipatia que tende a maximizar
animosidades e desentendimentos.
Ao invés de recriminar, apóie.
Ao invés de apedrejar com acusações, que machucam, ofereça a
perfumada flor da compreensão.
Quando perceber que for cair na tentação da maledicência, espere
mais um pouco e busque apoio em um livro com páginas edificantes.
Quando estiver em grupo e perceber que o rumo da conversa versara
sobre a vida alheia, seja antes de mais nada a palavra que refresca,
ressalte os pontos positivos daquela pessoa, e coloque um ponto
final no assunto.
O mundo precisa de trabalho, amor, fraternidade, cooperação e não de
intrigas, inveja, acusações...
Para quê amargar a existência com comentários maldosos sobre a vida
alheia?
Para quê utilizar a fofoca para insuflar magoa no coração das
pessoas?
No jardim da vida é melhor ofertarmos flores de bondade do que
pedras de maldade! |