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ESTÍMULO E CRÍTICA
Amigo(a),
em nosso aprimoramento íntimo e na convivência
com as pessoas precisamos aprender a usar as
ferramentas de estímulo e crítica com mais
discernimento e prudência.
Lembrando
aquela magistral máxima de Jesus: "vedes um
argueiro no olho de vosso próximo e não vedes
uma trave no vosso olho", costumamos ser
rigorosos em excesso com os outros e
complacentes em demasia conosco mesmo.
Precisamos
usar de autocrítica para avaliar nossos atos
diariamente.
Ao dormir,
repassemos nosso dia; vejamos o que não fizemos
de bom e deveríamos ter feito e o que fizemos de
errado que devemos retificar, evitando repetir.
Quanto aos
outros, se a crítica é construtiva e visa
verdadeiramente ajudá-los, façamo-la
reservadamente, direto à pessoa objeto do
feedback.
Concomitantemente, aprendamos a elogiar e
reconhecer as boas atitudes das criaturas à
nossa volta.
Costumeiramente erguemos a voz facilmente para
acusar e apontar erros alheios, mas jamais ou
raramente para estimular, elogiar e reconhecer
virtudes nos outros.
Sábio é quem
cativa em vez de julgar.
Do livro: REFLEXÕES PARA A PAZ
Autor: JOAMAR ZANOLINI NAZARETH

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