EDUCANDO NOSSAS CRIANÇAS
Uma
criança não tem os ossos e os músculos
consolidados como um adulto, podendo, assim,
submeter o corpo a posições incomuns. Se o corpo
da criança é flexível, seu espírito nesse
estágio também o é. Sua personalidade pode ser
moldada com maior facilidade. Acerta-se a
posição errada de uma planta quando ela é
pequena, recém-brotada. A pequena criatura é
como argila nas mãos de quem a educa. Os germes
de qualidades boas ou más, provindos das
encarnações anteriores, estão despertando para
as atividades. É nosso dever despertar o germe
do bem e contrapô-lo ao mal.
Pode-se até conseguir dos
pequenos obediência, inspirando-lhes o medo.
Entretanto, vão obedecer por serem obrigados a
isso. Assim, de maneira inversa, devemos
respeitar a criança e levá-la a compreender o
que é melhor para seu próprio bem. O exemplo é o
melhor ensinamento.
É de muita importância a
afeição sincera do educador para com o educando.
A criança deverá saber que desobedecendo ela
fará sofrer a quem a estima.
Devemos educar nossas crianças no bem
e na moral cristã, principalmente as que estão
sob nossa responsabilidade. O conhecimento do
Evangelho é de muita importância nessa educação.
Os ensinamentos espíritas são
absorvidos com facilidade pelos pequeninos,
porque a Doutrina Espírita amplia sua
compreensão e os leva ao entendimento natural.
A criança que tem uma
mudança de vida para melhor por meio da religião
tem sua educação facilitada. Com o conhecimento
moral, ela por si mesma evita o mal, buscando o
bem.
Eduquemos nossas crianças!
Pelo Espírito: ANTÔNIO CARLOS
Psicografia: VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO
Do livro: SEJAMOS FELIZES
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